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Produções

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A obra reúne reflexões jurídicas, políticas e filosóficas que problematizam as relações entre poder, saber, justiça e políticas públicas, a partir de perspectivas críticas e interdisciplinares. Os estudos propõem pensar a produção de conhecimento como espaço de questionamento das estruturas de poder e de valorização de experiências, vozes e saberes historicamente silenciados.

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O livro está organizado em três partes. A primeira volta-se aos direitos, à justiça e às políticas públicas, refletindo sobre os desafios para a garantia de direitos a grupos vulnerabilizados e sobre os sentidos do fazer justiça. A segunda aborda saberes, poderes e ideologias políticas, reunindo discussões sobre educação transformadora, produção de verdades e desconstrução de dispositivos de poder. A terceira articula testemunho, memória e controle político, recuperando debates sobre o passado violento brasileiro e suas relações com questões de gênero e raça.

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Organizadores: Fernando da Silva Cardoso e Rita de Cássia Souza Tabosa Freitas.

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ISBN: 978-85-7221-289-2

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Em tempos de profundos conflitos sociais, políticos e institucionais, o debate acadêmico torna-se ainda mais necessário para compreender — e enfrentar — os desafios que marcam o Brasil contemporâneo. Este livro, intitulado Direito Antidiscriminatório: Conflitos, Saberes e Resistências, reúne textos sobre os modos como o Direito interage com a realidade brasileira, em suas tensões, contradições e possibilidades. Trata-se de uma obra que oferece ao leitor um panorama plural e instigante, no qual o Direito não é analisado como instância isolada, mas como campo atravessado por disputas políticas, desigualdades sociais e resistências cotidianas. Tais reflexões foram apresentadas durante o V Congresso Pernambucano de Ciências Jurídicas, realizado no Bacharelado em Direito da Universidade de Pernambuco — Campus Arcoverde.

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Essa cartilha objetiva realizar uma interface entre racismo, saúde mental e direitos humanos. Ela traz informações para pessoas que são diretamente ou indiretamente afetadas por adoecimento emocional provocados pelo racismo em todas as suas expressões. De forma direta, tratou-se de assuntos que estão no cotidiano de quem passa por essa forma de discriminação tão presente em nossa sociedade, de forma a buscar promover uma maior conscientização dos males que o racismo causa e de como o combate ao racismo é uma luta dos direitos humanos. Partiu-se de uma abordagem decolonial para as discussões apresentadas, com o uso predominante de autores negros. Não se pode falar em promoção de direitos humanos sem acesso a informação, sem que se possa saber que tipo de ajuda se pode obter e de forma encontrar essa ajuda, seja do ponto de vista psíquico e/ou jurídico. Essa cartilha faz parte do compromisso de se construir uma sociedade antiracista.

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Esta obra constituiu-se a partir de um processo colaborativo entre professores, estudantes e pesquisadores que se destacaram e qualificaram as discussões neste espaço formativo. Resulta, também, de movimentos interinstitucionais e de ações de incentivo à pesquisa que congregam pesquisadores das mais diversas áreas do conhecimento e de diferentes Instituições de Educação Superior públicas e privadas de abrangência nacional e internacional. Tem como objetivo integrar ações interinstitucionais nacionais e internacionais com redes de pesquisa que tenham a finalidade de fomentar a formação continuada dos profissionais da educação, por meio da produção e socialização de conhecimentos das diversas áreas do Saberes. Agradecemos aos autores pelo empenho, disponibilidade e dedicação para o desenvolvimento e conclusão dessa obra. Esperamos também que esta obra sirva de instrumento didático-pedagógico para estudantes, professores dos diversos níveis de ensino em seus trabalhos e demais interessados pela temática.

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O Volume III da presente coletânea confere continuidade aos debates e críticas desenvolvidos a partir das edições anteriores e, especialmente, reafirma a interdisciplinaridade enquanto resposta epistêmica (holística e transversal) ao conhecimento jurídico meramente técnico e positivista. Assim, os textos aqui reunidos guardam em comum argumentos e visões científicas e políticas comprometidas com o tensionamento da Ciência Jurídica com base em perspectivas teórico-metodológicas outras.

As abordagens ressaltadas ao longo da obra impulsionam, ainda, a presença (e a urgência) de lentes interdisciplinares nas diferentes subáreas do direito como forma de evidenciar questões socioculturais e políticas que, a partir do tradicionalismo técnico, são parcialmente problematizadas. São, portanto, investigações que valorizam e ressaltam os atravessamentos de diferentes lentes e perspectivas em relação ao direito como forma de aperfeiçoar a produção do conhecimento neste campo do saber.

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A presente obra reúne contribuições de pesquisadores comprometidos com a consolidação de uma agenda de estudos direcionados a pensar filosófica e politicamente a afirmação dos direitos humanos. Apresenta aos leitores alguns questionamentos e reflexões de natureza ontológica, epistêmica e crítica sobre os direitos humanos e coopera para pensarmos sobre os marcos teórico-filosóficos que permeiam este campo. Para tanto, algumas filósofas e alguns filósofos são retomados como forma de problematizar e pensar sobre as narrativas e os processos de luta por direitos.

A presente obra reúne contribuições de pesquisadores comprometidos com a consolidação de uma agenda de estudos direcionados a pensar filosófica e politicamente a afirmação dos direitos humanos. Apresenta aos leitores alguns questionamentos e reflexões de natureza ontológica, epistêmica e crítica sobre os direitos humanos e coopera para pensarmos sobre os marcos teórico-filosóficos que permeiam este campo. Para tanto, algumas filósofas e alguns filósofos são retomados como forma de problematizar e pensar sobre as narrativas e os processos de luta por direitos.

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O Volume 3 da presente coletânea junta-se aos Volumes I e II, anteriormente publicados, a partir do objetivo maior de apresentar às leitoras e aos leitores um conjunto de textos que contribuam para interpretar e pensar o direito quanto aos seus fundamentos, em sua interação com o Estado, com as pessoas (sobretudo minorias sociais) e frente a questões contemporâneas. De maneira transversal, e em diálogo com perspectivas teóricas, epistêmicas e metodológicas que alertam para os desafios atuais quanto à proteção social, sobre a retirada de direitos e acerca do recrudescimento da norma, a obra é composta por estudos que problematizam a abrangência e as limitações do direito a partir de suas ressonâncias (históricas, neoliberais, conservadoras, (a)políticas) na sociedade.

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O Manual preparatório para seleções de mestrado e doutorado: um guia metodológico destinado às Ciências Humanas e Sociais Aplicadas é fruto do Programa de Apoio e Acompanhamento para Acesso à Pós-graduação Stricto Sensu, o “Pré-Pós Paulo Freire”, da Universidade de Pernambuco (UPE), financiado pela Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proec). Por isso, iniciamos a apresentação agradecendo o apoio institucional a nós dedicado.

 

Tal postura demonstra a importância e o compromisso das universidades públicas com o ensino, a pesquisa e, particularmente, a extensão no Brasil. Outrossim, desejamos traçar uma pequena nota biográfica sobre o programa e o desenvolvimento do manual. Trata-se de uma história que não é de foro institucional, mas se dá, em parte, dentro dele. O que, em outras palavras, podemos traduzir como encontros alegres no dia a dia do ensino superior. Isto é, uma práxis que excede os espaços institucionalizados e, assim, torna-se importante para a nossa vivência. Nesse sentido, os encontros alegres permitem a mudança — para que as coisas sigam no fluxo de partilha —, a superação das zonas limítrofes e a permissão da sucessão de vazios nesses espaços.

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Os atravessamentos, neste livro, funcionam como uma lente que, para além de estar presente de modo articulado nos capítulos, pode ser uma premissa mobilizada para relacionar aspectos que sugerem o olhar interdisciplinar e engajado sobre a educação em diferentes contextos.

Trata-se de um conjunto de estudos que repensam e propõem posturas, leituras e interpretações para as questões que cercam os processos de resistência no interior das instituições, a partir da práxis educativa e, particularmente, na universidade.

Portanto, a centralidade da obra está em refletir sobre os fenômenos educativos em perspectiva crítica, insurgente e ético-política.

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Organizadores: Fernando da Silva Cardoso e Rita de Cássia Souza Tabosa Freitas.

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ISBN: 978-85-518-5959-9

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Na presente obra são problematizadas as disputas semânticas, jurídicas e políticas em relação à agenda antigênero na América Latina. Os estudos apresentados sintetizam o modo como os discursos antigênero são referidos enquanto uma categoria da política sexual reacionária.

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Exploram o impacto deste cenário na agenda da equidade e contra as discriminações de gênero, ao passo que refletem diferentes nuances do pânico moralizador a demandas ligadas ao gênero e que repercutem, especialmente, na garantia de direitos a mulheres e minorias sexuais.

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Os diferentes artigos que compõem essa coletânea examinam manifestações do neoconservadorismo nos diferentes poderes do Estado: no Executivo, no Judiciário e no Legislativo, e nos movimentos sociais e ambientes digitais, em países da América Latina, especificamente no Brasil, na Costa Rica, no Peru e em Porto Rico.

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Organização: Carme Hein Campos, Fernando da Silva Cardoso e Márcia Nina Bernardes.

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Lançamento: evento realizado na PUC-Rio, em junho de 2024.

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A Educação em Direitos Humanos (EDH) assume importante posição e aporte na construção de matizes éticas de respeito e para a formação de uma cidadania ativa comprometida com a democracia. Neste sentido, esta obra pretende reunir pesquisas que problematizem diferentes fundamentos, experiências e perspectivas contemporâneas sobre a educação em direitos humanos. Assim, a proposta sublinha o caráter interdimensional sobre a EDH, buscando ressaltar a reflexão sobre aspectos epistemológicos e práticos da relação educar em direitos humanos. Os aspectos centrais dos estudos deste livro devem contemplar temáticas que tenham como foco: a) a especificidade da educação em direitos humanos, a partir de diferentes matizes teórico-filosóficas; b) experiências em instituições formais e não-formais baseadas na EDH e no respeito à diversidade; c) a agenda educacional e política em torno da EDH nas últimas décadas; d) o recrudescimento de políticas públicas conservadoras, autoritárias e antidemocráticas evidenciando o fascismo no Brasil e com repercussões para a educação e) tensionamentos entre as dimensões ética, político-social e as práticas concretas em direitos humanos; f) a implementação das Diretrizes Nacionais da Educação em Direitos Humanos em diferentes níveis de ensino e áreas de conhecimentos; g) a implementação de Planos Estaduais e Municipais de EDH; h) os crescentes movimentos conservadores na educação, a exemplo do Movimento Escola Sem Partido, entre outros, e a resistência de diferentes movimentos sociais. Pretende-se, portanto, congregar pesquisadoras(es) que tenham se dedicado em evidenciar, problematizar e produzir conhecimentos sobre a Educação em Direitos Humanos e suas nuances contemporâneas, a partir de abordagens interdisciplinares e críticas, em espaços governamentais e não-governamentais.

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Essa cartilha objetiva realizar uma interface entre esquizofrenia, saúde mental e direitos humanos. Ela traz informações para portadores e familiares sobre o transtorno de esquizofrenia, tratamento, lugares em que se pode buscar ajuda e direitos dos portadores. De forma direta, tratou-se de assuntos que estão no cotidiano de quem passa por esse transtorno, de forma a buscar promover uma maior inclusão social do portador.

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Esta obra reúne um conjunto de ensaios voltados à problematização de diferentes questões em torno da categoria gênero. São privilegiadas discussões que apresentam alguns dos contornos políticos, éticos e sensíveis à abordagem da referida chave de leitura, ao passo que também são introduzidos elementos para o campo das Humanidades.

Esta obra é de suma importância para aqueles e aqueles que se dedicam à reflexão interdisciplinar sobre direitos humanos. A partir de estudos que correlacionam questões de gênero(s), das artes e dos movimentos sociais com a afirmação de direitos dos mais variados sujeitos e grupos, este livro propõe novos importantes trajetos para este campo de pesquisa. Tendo a noção de interdisciplinaridade como ponto de partida, as autoras e os autores dedicam-se à investigação dos direitos humanos por meio de metodologias e aportes teóricos críticos, inovadores e sensíveis. As pesquisas apresentadas, certamente, contribuirão com a ampliação - teórica e analítica - daquelas e daqueles que as lerem. Em suma, o livro dimensiona, de maneira transversal e dinâmica, o diálogo contemporâneo entre questões de gênero(s), artes e movimentos sociais, problematizando diferentes processos de resistência e lutas por direitos, ontem e hoje. 

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Esta obra representa o esforço do e das Organizações e demais colaboradores/as em cooperar com a reflexão dos fenômenos que permeiam o direito, a partir da noção de interdisciplinaridade. A superação de paradigmas científicos marcados pelo positivismo e pelo estruturalismo não só pode ressignificar as bases teórico-epistemológicas da Ciência Jurídica, mas, também, a contribuição para a afirmação de uma agenda de reflexões e pesquisas verdadeiramente interdisciplinares. É a partir desta premissa que este livro apresenta um vasto quadro de estudos que assumem a perspectiva de (re)ler e refletir o direito a partir de outras lentes e olhares, seja ligados a diferentes ciências, universos ou sujeitos políticos.  

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Esta obra representa o esforço do e das Organizações e demais colaboradores/as em cooperar com a reflexão dos fenômenos que permeiam o direito, a partir da noção de interdisciplinaridade. A superação de paradigmas científicos marcados pelo positivismo e pelo estruturalismo não só pode ressignificar as bases teórico-epistemológicas da Ciência Jurídica, mas, também, a contribuição para a afirmação de uma agenda de reflexões e pesquisas verdadeiramente interdisciplinares. É a partir desta premissa que este livro apresenta um vasto quadro de estudos que assumem a perspectiva de (re)ler e refletir o direito a partir de outras lentes e olhares, seja ligados a diferentes ciências, universos ou sujeitos políticos.  

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Este livro objetiva analisar a construção social dos crimes de ódio motivados pela homofobia, a partir das argumentações jurídicas e policiais de um caso concreto transitado em julgado; por conseguinte, visa analisar como o Judiciário, em um Estado do Nordeste brasileiro, processa os casos de crimes homofóbicos, ou seja, como os estereótipos (estigmas) de gênero e de sexualidade impactam no julgamento de casos de homicídios motivados pela orientação sexual e identidade de gênero da vítima.

A "arte de morrer" era um título comum a livros e tratados antigos que visavam preparar uma passagem para o eterno e amenizar o drama humano da fragilidade da vida, sobretudo no contexto das grandes epidemias medievais. Constituía-se em guias para a boa morte. No entanto, a morte perpassa as culturas e épocas como um medo atemporal. Hoje pergunta-se pelo lugar desse tema no contexto de uma banalidade generalizada de tudo o que é humano, inclusive da experiência da morte. Tornou-se insignificante de diversas formas, assim como a vida. As pesquisas aqui realizadas esforçam-se por tocar este tema tão pungente hoje, no sentido que provoca uma dor viva. A partir de diversos olhares que se entrecruzam e escutas diversas em meio a tagarelice contemporânea, perguntamos como nos chega a morte? Como ela vem até nós? Como nos colocamos diante dela?  

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A presente revisão de literatura tem como objetivo demonstrar a importância do papel do ensino em saúde voltado ao combate à violência doméstica, especialmente a realizada contra a mulher. Aborda a construçãohistórica e sociocultural da violência, a partir de uma sociedade patriarcal, pautada no predomínio do poder masculino e subjugação feminina. Perpassa pela discussão das alterações realizadas no campo legislativo e políticas públicas, a partir dos movimentos sociais voltados a combater a violência doméstica e familiar. Traça um panorama da violência no âmbito mundial e seu reconhecimento como problema de saúde pública pela Organização das Nações Unidas (ONU), para, então, discorrer sobre a violência em solo brasileiro e as políticas adotadas para sua prevenção e erradicação. Ao final, apresenta a relação do ensino em saúde e a violência doméstica, demonstrando o fundamental papel dos profissionais da saúde e Sistema Único de Saúde na promoção do desenvolvimento crítico e empoderamento das vítimas.

SOBRE NÓS

Somos um espaço de investigação crítico e interdisciplinar voltado a repensar e propor posturas, metodologias e interpretações outras para as questões que cercam os processos de luta e reivindicação por direitos.

LOCALIZAÇÃO

(87) 3822-6626

 

Universidade de Pernambuco, Campus Arcoverde. Estr. p/ Sítio Deserto, 1940, Centro, Arcoverde.

 

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